Presença e amor próprio: aprendizados do luto


Quantas vidas cabem em um segundo? 

Essa foi a pergunta que me acompanhou nos últimos 30 dias.

Agosto chegou como um sopro que mudou o rumo da navegação. E na dança entre dias rápidos e silêncios demorados, deixei que a vida me atravessasse sem pressa.

Percebi que até o inesperado guarda sua beleza, e que cair também pode ser bênção quando se escolhe abrir os braços e transformá-los em asas.

Entre encontros, despedidas e instantes tão simples quanto o respirar, a vida se revelou em detalhes. E estar presente foi o maior regalo de amor que me dei.

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